quinta-feira, 28 de abril de 2011

Samba do coração doido...rs

O pulso ainda pulsa... mas o seu silêncio me devora, me consome e me maltrata...
Por que faz assim, assim comigo, por quê?
Meu coração bate... bate faz tum tum
E logo completa mais um ano, só mais um...

Fica um gostinho de quero mais
só mais um pouquinho, deixa vai
só mais um pouquinho desse mel sagas
ai ai ai, que vontade, deixa vai

Ohh menina eu parei na sua
parei e vou me declarar
contigo eu fico no mundo da lua
sonhando em te beijar

você fica aí toda de marra
vou pra gafieira dançar
porque dançar pra mim é farra
e me divertir é como amar

Não deixa a música acabar
permita tirar-te pra dançar
Menina para na minha
que você vai ter colher de chá..

Menina para na minha
que você vai ter colher de chá...


Fiz esse samba agora... pra ti... vem, pra cá vem, vem me beijar..



Sergio Antonio de Oliveira Neto

domingo, 24 de abril de 2011

O Medo


O medo tem como ação nos limitar, podando nossas decisões e, muitas vezes, impedindo a possibilidade de alcançar grandes conquistas...

Precisamos domar nosso medo, pois do contrário ele queimará não apenas nós, mas tudo em nossa volta... Dominando o medo, controlamos suas chamas, limitando-a queimar apenas a nós mesmos, assim e só assim seremos donos de nossos desejos, conquistas e derrotas, pois quando nos deparamos com alguma derrota na vida, se não temos o domínio do medo, somos derrotados por ele e não pelas escolhas que fizemos.

Imaginem o tudo que poderia-mos fazer se não fosse o medo de tentar?!

Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha, é assim que se vence... Portanto, permaneça de pé e aprenda a bater quando tiver certeza de que é o momento de bater.

Todos os dias questionamos muitas coisas, quase todas elas estão ligadas diretamente ou indiretamente com nossas vidas... É muito importante questionar as coisas, mas é mais importante fazer as perguntas certas, pois as respostas surgirão de forma surpreendente e claras, não dando chances para novas explicações.

Agora é com você, se você sabe do teu valor, então vá atrás do que você merece, mas tem que estar preparado para apanhar. E nada de apontar dedos, dizer que você não consegue por causa dele ou dela, ou de quem quer que seja. Só covardes fazem isso e você não é covarde, você é melhor que isso.
Você só será derrotado na vida quando decidir estar derrotado!


A grande verdade é que não existe atalhos na vida, apenas caminhos, que vão dar no mesmo lugar... Sempre!

Sergio A. Oliveira Neto
Frases : [Rocky Balboa]



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Quando recebemos um convite para um aniversário, um casamento, a primeira preocupação, quase sempre, é: Como presentearei? O que oferecerei como presente?

E ficamos a cogitar o que será mais adequado, mais bonito, mais precioso, mais agradável.

Assim, consultamos catálogos, sites, visitamos lojas, verificamos preços. Afinal, o presente deve ser muito bom, mas deve caber no nosso orçamento.

Será que a pessoa apreciará o que escolhemos? Estará do seu gosto?

É sempre um grande dilema. Uma coisa é certa: não importa o tipo, o tamanho, a qualidade do presente. O mais importante é a intenção de quem dá e a gratidão de quem recebe.

Assim aconteceu com Rita. Ela estava envolvida nos preparativos do casamento da filha. Eram tantas providências: o salão para a festa, a decoração, os músicos, o cerimonial, o bolo, as bebidas...

Dois dias antes do casamento, ela estava revendo detalhes no salão onde seriam recepcionados os convidados, quando viu um senhor espreitando à porta.

Ela o cumprimentou e logo percebeu que era um solitário desejando conversar. Ele contou que, em criança, sofrera um acidente, batera com a cabeça e por isso, passara sua vida num asilo.

Encontrava-se, por um período, em casa de um irmão e estava passeando antes do jantar. Quis saber o que é que iria acontecer no salão e, ante a notícia do casamento, perguntou se poderia vir dar uma espiada na festa.

Rita o convidou para a recepção.

Chegou o grande dia. No salão, a cerimônia, a música, o corte do bolo da noiva, risos, danças.

Então, alguém veio dizer a Rita que um cavalheiro estava na entrada e desejava lhe falar.

Era o homem solitário. Estava impecavelmente arrumado, mas tímido. Não desejou entrar. Rita foi buscar um pedaço do bolo da noiva e lho entregou.

Ele ficou comovido e lhe deu um presente: É para a noiva, disse com orgulho.

Tratava-se de um pacote pequeno, mal embrulhado com papel pardo, atado com um barbante.

Ele se foi e Rita colocou o presente junto a outros tantos.

Após a recepção, já em casa, ela principiou a anotar, com detalhes, cada um dos presentes e quem o tinha oferecido.

Quando chegou no pequeno embrulho, o abriu. Era uma pequena leiteira branca, de louça, dessas bem simples, que se usam em hospitais e em asilos.

Então Rita chorou. Chorou pela felicidade da sua filha e pela solidão daquele homem, que passara a maior parte da sua vida numa casa para doentes mentais.

Chorou pelo gesto de amor daquele estranho. E, na lista, escreveu: Uma leiterinha – Sr. Fulano, Asilo Tal.

Mais tarde, quando sua filha arrumou a casa, dispôs os presentes, colocou a leiterinha em destaque, no meio de outras lindas peças de prata.

Ela se comovera com a dádiva daquele homem. Era um presente especial, de um mundo solitário para um outro de esperança.

Um testemunho de amor de uma vida para outra.

* * *

Feliz é quem sabe ser grato ao que recebe, com a certeza de que a alma que o escolheu, comprou, embrulhou e lhe ofereceu, impregnou aquele objeto com toda sua afeição.

Por isso, todo presente é sempre muito especial. Ele é mensageiro do afeto de alguém. Muito próximo de nós ou simples conhecido, esse alguém despendeu seus pensamentos, seu tempo para nos agraciar com um mimo.

Pensemos nisso.



Redação do Momento Espírita, com base no artigo Testemunho de amor, de Rita Du Tot, de Seleções Reader’s Digest, de dezembro de 1982.

Em 20.04.2011

domingo, 17 de abril de 2011

Essa é a Nossa Canção

Acredito que não seja diferente com você, pois comigo, ao ouvir uma música que toque meu íntimo, sou levado à algum momento vivido ou me lembro de alguém que marcou minha vida, pessoas que amo e nunca esqueço... Grandes dias de glórias e felicidades... Momentos estes que não voltam mais!

Posso dizer que já vivi momentos de pleno gozo da vida e tudo tão simples, hoje me esqueço o quão simples pode ser a felicidade que para tê-la, basta apenas eu esticar minhas mãos, porém, ainda assim, eu crio barreiras desnecessárias que me impedem de ser feliz agora!

Hoje, ao chegar em casa, fiz uma seleção de músicas e coloquei pra tocar, qual foi a minha surpresa de ser levado à uma época remota da minha história, revivi um momento mágico e quase apagado de mim...

Essa é a nossa canção...
Olha aqui, preste atenção
Essa é a nossa canção
Vou cantá-la seja aonde for
Para nunca esquecer o nosso amor
O nosso amor
Veja bem, foi você
A razão e o porquê
De nascer essa canção assim, pois, você é o amor que existe em mim
Você partiu e me deixou
Nunca mais você voltou
Pra me tirar da solidão
E até você voltar
Meu bem eu vou cantar
essa nossa canção

Veja bem, foi você
A razão e o porquê
De nascer essa canção assim, pois, você é o amor que existe em mim
Você partiu e me deixou
Nunca mais você voltou
Pra me tirar da solidão
E até você voltar
Meu bem eu vou cantar
essa nossa canção

[Roberto Carlos]

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Superando o Medo

A vida exige de nós – o tempo todo – uma grande capacidade de adaptação.
Aqueles que temem a mudança e a perda de uma situação confortável, onde tudo já é conhecido, são os que mais sofrem sempre que um novo desafio é apresentado pela existência.


A cada momento podemos ser surpreendidos por novas situações e circunstâncias e se não estivermos conscientes desta realidade, as mudanças sempre nos trarão ansiedade e medo.

Temos a tendência natural de evitar os imprevistos, como se eles sempre significassem uma ameaça. A melhor forma de nos libertarmos do medo é aceitar as mudanças como oportunidades de crescimento em nossa jornada evolutiva.

Visto que nossa passagem por este planeta tem uma curta duração, devemos aproveitar, a cada dia, a chance de superar a nós mesmos e nossas limitações, e experimentar a alegria da vitória sobre a negatividade da mente, sempre que ela tentar nos dominar.

O medo é determinado pelo receio do ego em perder o controle sobre nós. Por isso, somente a sintonia permanente com nosso verdadeiro Ser pode nos dar a coragem para aceitar as dificuldades como bênçãos. Sem ela, continuaremos presas fáceis da ansiedade, da descrença em nosso poder e da postura de vitima que o ego insiste em nos impor.

Quando um novo desafio surgir e o medo se fizer presente, que possamos, apesar dele, seguir em frente com confiança e a certeza de que a vitória sobre o desconhecido e a insegurança trazem como resultado uma imensa alegria.

“A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz cor, que significa coração. Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas fechadas, eles se escondem.

O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos.

A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.

Coragem significa enfrentar o desconhecido apesar de todos os medos. Coragem não significa ausência de medo. A ausência de medo acontece se você passa a ser cada vez mais corajoso. Essa é a experiência máxima de coragem – a ausência de medo.


É esse o sabor quando a coragem tornou-se absoluta. Mas, de inicio, não há muita diferença entre o covarde e o corajoso. A única diferença é que o covarde dá ouvidos aos seus medos e os segue, enquanto o corajoso os põe de lado e segue em frente. O corajoso enfrenta o desconhecido apesar de todos os medos. Ele conhece os medos, eles estão ali.

Enfrentar o desconhecido dá a você certa excitação. O coração começa a pulsar novamente, volta a se sentir vivo, totalmente vivo. Cada fibra do seu ser está vibrando porque você aceitou o desafio do desconhecido.

Aceitar o desafio do desconhecido, apesar de todo o medo, é coragem. Os medos estão ali, mas se você aceita o desafio várias vezes seguidas, devagarinho os medos desaparecem. A experiência de alegria que o desconhecido traz, o grande êxtase que começa a acontecer com o desconhecido, torna você forte o bastante, lhe dá certa integridade, aguça sua inteligência.

Basicamente coragem é pôr em risco o conhecido em favor do desconhecido, o familiar em favor do estranho, o confortável em favor do desconfortável – árdua peregrinação rumo a algum destino desconhecido. Nunca se sabe se você será capaz de fazer isso ou não. É um jogo arriscado, mas só os jogadores sabem o que é a vida”.

Osho, do livro: “Coragem, o prazer de viver perigosamente”
Elisabeth Cavalcante

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Reflexões

‎'Não pense que o mundo acaba ali aonde a vista alcança. Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança. Se você já me explicou agora muda de assunto. Hoje eu sei que mudar dói, mas não mudar dói muito!'
Oswaldo Montenegro

Seria pretensão minha achar que o limite fica onde minha vista alcança. Seria absurdo achar que não posso ir além da minha realidade, dessa forma, mataria toda fé em mim, me limitando unica e simplesmente ao eu! Não pense que o mundo acaba ali aonde a vista alcança.

Parece até insano dizer que o sonho não começa na idéia... mas é verdade, não começa... O sonho tem seu nascimento no coração, quando acreditamos em nós a ponto de ter plena certeza de que somos capazes de conquistar o que queremos, aí sim nasce o sonho... No momento em que passamos a acreditar que podemos conquistá-lo... Como diz o Oswaldo: quem não ouve a melodia acha maluco quem dança...
Dizem que sou louco, por pensar assim, que sou muito louco, mas louco é quem me diz!

Passamos muito tempo sustentando situações que, por diversos motivos como orgulho, ego, sei lá o que mais, não são agradáveis à nós, já esclarecidos e a poeira baixa, mas ainda sim queremos sair com brilho, sem arranhões, mas sabemos que não dá. "Se você já me explicou, agora muda de assunto."

Fazer escolhas é algo extremamente complicado, quase caótico, considerando uma situação aleatória, pois nunca sabemos realmente quais serão todas as consequências de nossas escolhas. Geralmente, isso se dá de forma óbvia, pois nos apoiamos no que queremos de imediato e não a longo prazo, o resultado às vezes é catastrófico, mas quando se cai, se aprende a levantar e quando levantamos muita coisa muda, pois vimos a nossa situação em outra posição, de baixo, dessa forma nos permitimos julgar melhor nossas ações e ainda, auxiliamos o processo de aprendizagem fazendo com que este melhore, então, nossas tomadas de decisão terão respaldo na experiência e isso nos dá qualidade... De vida, de ser e de decidir... "Hoje eu sei que mudar dói, mas não mudar dói muito!"

Sergio Antonio de Oliveira Neto

terça-feira, 12 de abril de 2011

Now, We Are Free

Poderosa Liberdade
Poderosa liberdade da alma
Seja livre,
caminhe comigo
através dos Campos Dourados (Elísio)
Tão fascinante
Graciosamente.

Nós lamentamos nossos pecados, mas
nós selamos nosso próprio destino e
sob minha face eu permaneço, fraco.
Sob minha face, eu sorrio,
sempre sozinho e amedrontado.
Sob minha face eu esperarei.

Fuja comigo agora soldado de Roma
Fuja e brinque nos campos com os pôneis

Poderosa Liberdade
Poderosa liberdade da alma
Descanse agora.
Descanse agora.
E imagine,
descansando com a paz duradoura.
Isso é fascinante, essa terra.
É fascinante.
Ninguém pode acreditar ou entender
Como eu vim apenas por família.
Minha família.
Eu devia ter estado aqui com eles quando o mundo veio abaixo.
Mas agora estão aqui descansando comigo.

Eu nunca
esquecerei
Como eu senti
esse momento:
Me tornando livre.
[Gladiador]