quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Onde estão os anjos?

Aquela era mais uma tarde de trabalho abençoado na escola de evangelização infantil de uma Casa Espírita.
Todas as semanas, um grupo de mães e seus filhos, de idades variadas, adentravam as portas da instituição de amor e caridade.

Naqueles encontros semanais, as famílias buscavam o alimento para a alma, que lhes era ofertado através dos ensinamentos cristãos e das palavras de conforto que partiam do coração de cada trabalhador devotado.

Também lhes era ofertado o alimento para o corpo pois, depois dos estudos e de outras atividades, as mães e seus filhos desfrutavam de um lanche, preparado com muito carinho e dedicação.
Uma vez por mês, em um desses encontros, lhes era oferecido um lanche especial.
As crianças esperavam ansiosamente por esse dia, pois sabiam que receberiam um agrado diferente. A maioria vivia em condições de muita dificuldade financeira, tendo na sua rotina apenas o alimento básico para o sustento.

Foi num desses lanches que aconteceu algo inesperado. As crianças receberam guloseimas. Logo as abriram e degustaram com rapidez.

Porém, uma das crianças, de apenas quatro anos, ao receber as balinhas que foram depositadas na sua pequenina mão, fixou demoradamente o olhar nelas e, em seguida, guardou-as em seu bolso.
A pessoa que as entregou, estranhando a atitude, resolveu perguntar por que ele não iria saborear as guloseimas naquele momento.

O menininho disse que gostava muito dos docinhos mas que iria guardá-los para o irmão que havia ficado em casa. A mãe não tinha como transportá-lo por não ter uma cadeira de rodas.

* * *

Esse ato de amor de um coração infantil nos traz uma grande lição.
Evidencia o desprendimento de uma criança que, com espontaneidade, abriu mão de algo que apreciava, para ofertar ao irmão que ali não podia estar.

Ao renunciar à própria vontade em nome de fazer o outro feliz, essa doce criança mostrou-nos possuir um nobre sentimento: a abnegação.
Na sua pequenez, mostrou que o amor está em nós, que não precisa ser ensinado, que basta algo ou alguém para despertá-lo.

Mesmo sem ter disso consciência, essa criança agiu como um anjo, zelando e cuidando de um ente querido e amado, seu próprio irmão.

* * *

Que possamos ter olhos sensíveis para ver o quanto podemos aprender com a simplicidade das atitudes infantis.
Que possamos estar atentos às palavras e ações vindas desses corações inocentes.
A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda ideia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade.

Redação do Momento Espírita, com frase final do item 3, do
cap. VIII de O Evangelho segundo o Espiritismo,
de Allan Kardec, ed. Feb.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vontade de Deus

Em nossa caminhada na Terra, nos deparamos com dificuldades de diversas ordens. São as doenças que nos chegam inesperadamente, os reveses financeiros, os desentendimentos pessoais, perdas de parentes e amigos.

Nesses momentos nossa fé é colocada à prova, pois muito do que nos acontece nos escapa à compreensão. Através de questionamentos íntimos, buscamos incessantemente a causa do que nos aflige e, por vezes, não a encontramos.

Perguntamo-nos qual a melhor conduta a adotar nessas situações. É certo que devemos buscar as providências práticas necessárias para tentar superar, na medida do possível, essas dificuldades.
Mas, quando carregamos em nosso íntimo a fé verdadeira, qualquer que seja o caminho escolhido para ser percorrido na busca das soluções, com certeza, se tornará menos árduo.

A fé nos ensina que Deus é Pai bondoso e misericordioso e que só deseja o nosso bem. Melhor do que nós, sabe o que nos convém.
Quando, na oração dominical, rogamos ao Pai que seja feita a vontade Dele, estamos nos submetendo aos Seus decretos.

Mas, somente nos submeteremos à vontade de Deus sem queixas e sem revoltas, quando compreendermos que Deus é fonte de toda sabedoria e que tudo que nos acontece tem um propósito.
A vontade Divina se manifesta em nosso favor, desde as pequenas contrariedades do dia-a-dia, até nos grandes problemas que, por vezes, julgamos sem solução.

A luta é necessária para nosso crescimento e a superação das dificuldades nos deixa mais fortalecidos.
Para transformar o barro em um perfeito vaso, o oleiro necessita do calor do fogo, usando a sua chama com todo cuidado e carinho.

O sofrimento e a luta são as chamas invisíveis que o nosso Pai Celestial criou para o embelezamento das nossas almas que, um dia, serão vasos sublimes e perfeitos para o serviço do céu.

* * *

Podemos discernir a vontade de Deus, em todas as situações:
No sofrimento, é a paciência.
Na perturbação, é a serenidade.
Diante da maldade, é o bem que auxilia sempre.
Perante as sombras, é a luz.
No trabalho, é o devotamento do dever.
Na amargura, é a esperança.
No erro, é a corrigenda.
Na queda, é o reerguimento.
Na luta, é o valor moral.
Na tentação, é a resistência.
Junto à discórdia, é a harmonia.
À frente do ódio, é o amor.
No ruído da maledicência, é o silêncio.
Na ofensa, é o perdão completo.
Na vida comum, é a bondade em favor de todos.

* * *

O objetivo da prece consiste em elevar a nossa alma a Deus. O importante é que ela seja sempre dita de coração e não somente dos lábios.
Quando utilizarmos a oração dominical, o Pai Nosso, que nos foi ensinada por Jesus, o façamos de todo o nosso coração. Que o sentido de cada palavra toque verdadeiramente a nossa alma.

Redação do Momento Espírita, com frases
da pt. 4, do livro Pai nosso, pelo Espírito Meimei,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 24.08.2011.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Único / One and Only - Adele


Você está na minha cabeça
E eu adoro mais a cada dia
Me perco no tempo,
Só pensando em seu rosto,
Só Deus sabe por que levou tanto tempo para esquecer minhas dúvidas
Você é a única que eu quero,

Eu não sei por que eu estou com medo,
Eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Perdoar o seu passado e simplesmente ser minha,

Eu te desafio a me deixar ser seu, único,
Juro que valho a pena,
Você me segura em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou o único que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Se eu estive na sua cabeça,
Você se prende a cada palavra que eu digo,
Perca-se no tempo,
Com a menção de meu nome,
Será que um dia eu saberei como é ficar perto de você,
E fazer você dizer que irá comigo para onde eu for?

Eu não sei por que eu estou com medo,
Porque eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei isso tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Esquecer o seu passado e simplesmente ser minha,
Eu te desafio a me deixar ser seu, único,
Juro que valho a pena, mmm,
Você me segura em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou o único que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi

Eu te desafio a me deixar ser seu, único,
Juro que valho a pena, mmm,
Você me tomar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou o único que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou o único que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar.

One and Only

You've been on my mind,
I grow fonder every day,
Lose myself in time,
Just thinking of your face,
God only knows why it's taken me so long to let my doubts go,
You're the only one that I want,

I don't know why I'm scared,
I've been here before,
Every feeling, every word,
I've imagined it all,
You'll never know if you never try,
To forgive your past and simply be mine,

I dare you to let me be your, your one and only,
Promise I'm worthy,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

If I've been on your mind,
You hang on every word I say,
Lose yourself in time,
At the mention of my name,
Will I ever know how it feels to hold you close,
And have you tell me whichever road I choose, you'll go?

I don't know why I'm scared,
'Cause I've been here before,
Every feeling, every word,
I've imagined it all,
You'll never know if you never try,
To forgive your past and simply be mine,
I dare you to let me be your, your one and only,
I promise I'm worthy, mmm,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

I know it ain't easy giving up your heart,
I know it ain't easy giving up your heart,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,

So I dare you to let me be your, your one and only,
I promise I'm worthy,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

Come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts.

Eu não conhecia minha própria força

Perdi o contato com minha alma...
Eu não tinha nenhum lugar para virar
Eu não tinha nenhum lugar para ir .
Perdi a visão do meu sonho
Pensei que esse seria o meu fim.
Eu pensei que nunca passaria por isso
Eu não tinha esperança de me segurar
Eu pensei que iria falhar
Eu não conhecia minha própria força
E eu me abati e desabei
Mas eu não desmoronei
Passei por toda dor
Eu não conhecia minha própria força
Sobrevivi ao meu momento mais sombrio
Minha fé se manteve viva
Eu me tomei de volta, levantei minha cabeça bem alto
Eu não fui feito pra falhar
Eu não conhecia minha própria força
No meu coração encontrei esperança
Eu encontrei a luz da vida
Um caminho para fora das trevas
Achei tudo que eu precisava
Tudo aqui, dentro de mim
Pensei até que nunca encontraria meu caminho
Pense que nunca levantaria esse peso
Pensei que iria falhar
Mas eu não conhecia minha própria força
Houveram várias vezes que eu me perguntei como passaria a noite
Pensei que tinha tudo que eu poderia conseguir
Então comecei a conhecer minha própria força...

Sergio

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Aos meus heróis

Faz muito tempo que eu não escrevo nada,
Acho que foi porque a TV ficou ligada
Me esqueci que devo achar uma saída
E usar palavras pra mudar a sua vida.

Quero fazer uma canção mais delicada,
Sem criticar, sem agredir, sem dar pancada,
Mas não consigo concordar com esse sistema
E quero abrir sua cabeça pro meu tema.

Que fique claro, a juventude não tem culpa.
É o eletronic fundindo a sua cuca.
Eu também gosto de dançar o pancadão,
Mas é saudável te dar outra opção.

Os meus heróis estão calados nessa hora,
Pois já fizeram e escreveram a sua história.
Devagarinho vou achando meu espaço
Mas não me esqueço das riquezas do passado.

Eu quero "a benção" de Vinícius de Morais,
O Belchior cantando "como nossos pais",
E se eu quiser falar com Gil sobre o Flamengo,
"O que será" que o nosso Chico tá escrevendo.

Aquelas "rosas" já "não falam" de Cartola
E do Cazuza "te pegando na escola".
To com saudades de Jobim com seu piano,
Do Fábio Jr. Com seus "20 e poucos anos".

Se o Renato teve seu "tempo perdido",
O Rei Roberto "outra vez" o mais querido.
A "agonia" do Oswaldo Montenegro
Ao ver que a porta já não tem mais nem segredos.

Ter tido a "sorte" de escutar o Taiguara
E "Madalena" de Ivan Lins, beleza rara.
Ver a "morena tropicana" do Alceu,
Marisa Monte me dizendo "beija eu"
Beija eu, beija eu
deixa que eu seja eu (2x)

O Zé Rodrigues em sua "casa no campo"
Levou Geraldo pra cantar num "dia branco".
No "chão de giz" do Zé Ramalho eu escrevi
Eu vi Lulu, Benjor, Tim Maia e Rita Lee.

Pedir ao Beto um novo "sol de primavera",
Ver o Toquinho retocando a "aquarela",
Ouvir o Milton "lá no clube da esquina"
Cantando ao lado da rainha Elis Regina.

Quero "sem lenço e documento" o Caetano
O Djavan mostrando a cor do "oceano".
Vou "caminhando e cantando" com o Vandré
E a outra vida, Gonzaguinha, "o que é?"

Atenção DJ faça a sua parte,
Não copie os outros, seja mais "smart".
Na rádio ou na pista mude a seqüência,
Mexa com as pessoas e com a consciência.

Se você não toca letra inteligente
Fica dominada, limitada a mente.
Faça refletir DJ, não se esqueça,
Mexa o popozão, mas também a cabeça.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Conhecendo o velho pai

Filho, acorda! São oito horas! Você vai se atrasar!
De um salto, o rapaz se levantou. Contudo, logo se deu conta que era seu primeiro dia de férias.
Atrasar para quê, mãe?
Para pescar com seu pai.

O jovem perdeu todo o entusiasmo. Sim, ele prometera, quando estivesse em férias, pescar com seu pai. Mas, tinha que ser logo no primeiro dia de férias?
Enfim, ele foi, mesmo a contragosto.
Sentado ao lado do pai, que dirigia, cantando, ele pensava em como seu pai estava ficando velho e meio lelé.

Ficava cantando músicas antigas, ria, conversava e conversava.
Finalmente, chegaram. Quer dizer, o carro estacionou, mas o pai disse que ali não era local apropriado para pesca. Só dava peixe pequeno.
Andaram durante duas horas, no meio de mata densa, até chegar ao pesqueiro secreto do pai.
Claro que é secreto, falou o rapaz, incomodado. Ninguém, a não ser você vem aqui. Nem os peixes.
Isso é o que você pensa! – Falou o pai. Aqui é que se reúnem as maiores tilápias da represa.
E, disposto, colocou botas altas, calças impermeáveis e entrou na água para cortar o mato que tomava conta quase total do lago.

Tudo aquilo estava parecendo muito doido ao filho. Que graça podia ter tudo aquilo?
Quando o pai preparou a vara e jogou o anzol, ele não aguentou e falou:
Pai, estou preocupado com você.
Essa maluquice de vir até este fim de mundo para pescar tilápias. E a mamãe falou que você nunca volta com peixe.

Já pensou em procurar um psicólogo?
Estou ótimo, falou o pai. O Freitas, que vem sempre aqui comigo, é psicólogo. O Tavares é psiquiatra.
Nesse momento, ele sentiu a fisgada no anzol, puxou a linha e lá estava ela: uma grande tilápia.
O rapaz estava surpreso.
Pai, você já pescou peixe grande assim, antes?
Sempre, meu filho.
Mas eu nunca vi você levar para casa nenhum.
Eu vou mostrar por que, falou o pai.

E fotografou o filho segurando o peixe. Depois, pegou a tilápia e a devolveu à água.
Eu pesco por prazer, não para encher a barriga.
Aquilo sim era legal, pensou o filho. O resto do dia passou pescando com o pai. E devolvendo às águas o que pescava, depois de fotografar.
Vá procurar o seu irmão, dizia, soltando o peixe.
Ao final do dia, no retorno ao lar, confessou que fazia tempo que não se divertia tanto. Aquilo sim, era radical.

À noite, enquanto se preparava para dormir, pensou que seu pai não tinha nada de louco ou de desequilibrado.
Seu pai sabia viver. Seu pai era um gênio. E ele descobrira naquele dia.

* * *

Você já se dispôs a passar um dia inteiro ao lado de seu velho pai, bebendo da sua sabedoria?
Já tentou puxar conversa dos tempos em que ele passava brilhantina no cabelo para ir namorar sua mãe?
Você já pensou que seu pai também foi moleque, adolescente, rapaz? Que teve sonhos?
Olhe seu velho com esses olhos de quem valoriza a experiência, os anos da madureza, as lutas que lhe nevaram os cabelos.
E, sem receio, abrace seu velho, agradeça por todos os dias de alegria que ele lhe proporcionou.
Faça isso. Mesmo que seja pela primeira vez. Hoje, enquanto é tempo e ele está ao seu lado.

Redação do Momento Espírita com base na história Meu pai... o rei do peixe, de Maurício de Sousa, da Revista Cebolinha, nº. 224.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 19, ed. Fep.
Em 10.08.2011.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

É assim que é...

Dotei meus sonhos de vida... Não tomei conhecimento dos obstáculos e por isso perdi, sim perdi, muitas oportunidades de aprender, me tornei escravo dos meus desejos e paguei o preço da liberdade...

Hoje caminho a passos lentos, mas o chão que piso é quente, difícil é verdade, porém reto!

Toda vez que chego eu estou partindo, da janela do meu quarto vejo ao longe o horizonte cada vez maior e meus sonhos, tão cobiçados por mim, lentamente mais perto de mim, mas para quê a pressa se posso, nesse caminho, viver eu, você, ele, ela, a dor, a alegria, o sorriso, o abraço, a tristeza, a paixão, a amizade, o amor...

Até aqui fiz valer, sem mágoas e sem arrependimentos que me fizesse desejar mais o passado do que o presente, ou ainda pior, querer apenas o futuro. Não, por acaso, descobri o sentido da palavra "EU", que para mim soou como NÓS!

De bobeira aqui não estou, 
Segura a bronca porque pra mim já deu
Sacudindo a poeira daqui eu vou
Levando comigo o amor que Deus me deu

Que que foi que que foi que que há
Chega pra cá seu Zé
Pega a cuíca e faça-a chorar
Porque aqui não tem zé mané


Sergio A. Oliveira Neto